sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

“Vocês querem destruir o povo.Vai ter muito sangue derramado”

declaram guerra a Cunha “Vocês querem destruir o povo.Vai ter muito sangue derramado”

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No encontro que manteve com o novo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), nesta quarta-feira (4), em Brasília, o cacique kayapó Nhaket Mekrangnotire disse que os índios brasileiros estão se sentindo profundamente ameaçados. Ele se referia à PEC-215 (Proposta de Emenda Constitucional 215), que, após ter sido arquivada, deve voltar à pauta na Câmara.
O objetivo principal da emenda é transferir do Executivo para o Legislativo decisões sobre demarcações de terras indígenas. Os índios temem que, com a crescente força da bancada ruralista no Congresso, dificilmente acontecerão novas demarcações no País.
Com a ajuda de um intérprete de sua tribo, que vive na região de Novo Progresso, no interior do Pará, o cacique Nhaket disse ao presidente da Câmara: “Vocês são eleitos nas cidades e, em vez de ficar de bem com todo o povo brasileiro, com os negros, com os índios, vocês querem destruir o povo do interior, querem destruir índios. Podem até conseguir acabar com a gente. Mas vai ter muito sangue derramado. Estamos aqui para pedir: não vote essa PEC.
Nhaket chegou a Brasília na segunda-feira (2) à frente de um grupo de 54 indígenas com o objetivo de conversar com autoridades do Executivo e do Legislativo. Na terça-feira, após a intermediação de um grupo de parlamentares, entre os quais Chico Alencar (PSOL-RJ) e Zequinha Sarney (PV-MA), o presidente da Câmara aceitou receber cinco representantes do grupo.
Durante a reunião, no gabinete de Cunha, acompanhada por quatro deputados, mas sem a presença de assessores, os índios manifestaram preocupação com o fato de o novo presidente da Câmara já ter se reunido com a bancada ruralista e manifestado apoio à aprovação da PEC 215.
— Não somos nós que estamos caçando briga com vocês. É vocês com nós. Sabemos que o senhor já fez um acordo para a aprovar a PEC.
O presidente da Câmara negou que tenha feito qualquer acordo com os ruralistas. Também disse que que não é o autor da PEC, nem da proposta de desarquivamento.
— Eu me reúno com todo mundo.
Caso a proposta seja mesmo desarquivada, declarou, ele seguirá as normas da Casa, retomando os debates no ponto em que foram paralisados.
Para os índios, os parlamentares estariam quebrando os acordos firmados com a Constituição de 1988 — que tem um capítulo específico sobre a questão indígena.
O deputado Chico Alencar disse que “o cacique, com uma linguagem muito franca e direta, incomum aqui em Brasília, disse que os índios vêem a PEC 215 como uma declaração de guerra”.
Não como um Califado do EI. Mas um "Caciquado" da Nação Indigna Brasileira
Kiko Pardini
"O governo brasileiro segue decidido a nada decidir, favorecendo os setores anti-indígenas e potencializando os conflitos e as violências contra os povo."

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

ATENÇÃO CENAS FORTES, VÍDEOS SEM CORTES. ESTADO ISLÂMICO DIVULGA VÍDEO DE PILOTO SENDO QUEIMADO VIVO

https://www.facebook.com/video.php?v=10203437381047511
11 min ·
Acho que as grandes potencias passaram dos limites apoiando ou incentivando estes grupos. Tanto os EUA quanto a RÚSSIA. O mundo não merece conviver estas baixarias.
Kiko Francisco Carlos Pardini
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Daniel Magno carregou um novo vídeo.
ATENÇÃO CENAS FORTES, VÍDEOS SEM CORTES.
ESTADO ISLÂMICO DIVULGA VÍDEO DE PILOTO SENDO QUEIMADO VIVO

.Até a criação do Daesh

...Até a criação do Daesh – conhecido no Ocidente como Estado Islâmico/ISIL/ISL – contou com ajuda americana. No rastro da Primavera Árabe, a CIA despejou toneladas de armas e treinou vários grupos rebeldes que iriam libertar a Síria do regime laico de Assad. Um doce para adivinhar onde tudo isso foi parar.
O mais incrível é que ninguém parece aprender algo com tudo isso. Obama acaba de anunciar que vai enviar 1000 soldados com a missão de treinar “rebeldes moderados” para combater o Daesh na Síria. As tropas encontrarão os seus alunos na Arábia Saudita, Qatar e Turquia. Os dois primeiros países são monarquias absolutistas que seguem uma versão extremada do islamismo sunita, isto é, a real diferença entre eles e o Daesh é que não saem por anexando territórios de outros países (ainda). Não é preciso ser muito esperto para saber onde isso vai dar.
O Ocidente já deveria há muito tempo ter deixado de se meter nos assuntos árabes. Além da grande quantidade de inocentes mortos nas ações capitaneadas por ocidentais, o que só gera mais ódio e ressentimento, não existe fomentador maior de grupos terroristas do que as próprias potências ocidentais.
Nos últimos vinte anos só existiu um momento em que um país árabe foi forçado a lidar ele mesmo com terroristas criados dentro de casa. Em 1992, surgiu na Argélia um grupo que pretendia iniciar um califado começando pelo país do Zidane. Sob alcunha de Groupe Islamique Armé (GIA), realizavam a rotina de grupos terroristas, atentados, bombas, etc. O que o Ocidente fez? Nada. Os argelinos cuidaram dos seus próprios problemas e deram fim a um grupo que você provavelmente nunca soube da existência. Política externa, assim como em todos os outros casos, é uma área que precisa de menos estado, e não mais.
A história prova que o novo plano de Obama para a Síria tem tudo para criar uma nova Al-Qaeda.
libertarianismo.org

Obama está fomentando uma nova Al-Qaeda

Em 1931, o lugar que viria a se chamar de Arábia Saudita era um dos locais mais pobres e desolados do mundo. O geólogo americano Karl Twitchell ainda não tinha aportado no deserto árabe e encontrado os indícios de petróleo que fariam a companhia estatal de petróleo saudita valer 7 trilhões de dólares. Naqueles tempos turvos, o reino tinha acabado de ser unificado pela ponta da espada do rei Ibn Saud e sofria com a rebelião de um grupo de fanáticos religiosos denominados Ikhwan. O mais irônico da situação, é que o grupo  fora armado e financiado por Saud, que o usava como tropa de choque para os seus serviços sujos. [1]
O rei mais tarde derrotou as tropas rebeldes com a ajuda de bombardeios britânicos, metralhadoras, e motos que humilhavam os camelôs ikwhanianos. Entretanto, esse tipo de situação – fomentar grupos extremistas para fustigar inimigos, para logo em seguida vê-los se transformando nos próprios inimigos – é algo ridiculamente comum no mundo árabe, mesmo para os padrões humanos.
Quando o General Gamal Abdel Nasser, então presidente-ditador do Egito de um secular que mantinha relações com a União Soviética,  sofreu um ataque cardíaco e morreu, o seu sucessor Anwar Al Sadat não teve dúvidas e passou a fornecer secretamente armas para o al-Gama’a al-Islamiyya, uma organização extremista islâmica, combater grupos marxistas e nasseristas que pudessem vir ameaçar o seu poder recém adquirido. Não demorou muito para que o grupo dominasse todo o ambiente intelectual egípcio, fazendo com que pela primeira vez na memória viva do Egito, mulheres de véu e homens barbados se tornassem algo comum nos campi [2]. Sadat mais tarde – após anos de fomento – tentou desmantelar esse e outros grupos jogando os seus líderes na prisão e proibindo suas atividades. Não deu certo. A cadeia fez com que extremistas conhecem outros extremistas e pudessem fortalecer os seus laços. Mais tarde, em 1981, em meio a uma parada militar, três soldados, infiltrados de um grupo de radicais descontentes com os acordos de Camp David, desembarcaram de um dos carros e metralharam Sadat até a morte. (colocaram no youtube e tudo)
A história da Al-Qaeda não é muito diferente. Tudo mundo já está careca de saber que Osama Bin Laden foi um dos principais organizadores da ajuda internacional dos mujahideen. Na época, a Arábia Saudita enxergava com maus olhos um regime ateu, comunista e que estava prestes a controlar a rota de suprimentos dos superproteleiros dos países árabes. Bin Laden, filho da terra, uma estrela ascensão dentro do circuito religioso islâmico, membro da segunda família mais poderosa do reino (perdendo apenas para o da próprio rei), e além de tudo, obstinado em se envolver na Jihad afegã surgiu como um anjo do céu, se tornando o controlador das doações sauditas e chefe dos estrangeiros que iriam combater em solo afegão. Pensando em dar seu próprio Vietnã aos soviéticos, os americanos fizeram um acordo em que cada dólar investido por eles seria igualado pelos árabes, com um início de 75 mil dólares, mas chegando a bilhões no futuro. [3] Esse dinheiro daria segurança financeira o suficiente para que anos mais tarde para que o Talibã e  a Al-Qaeda pudessem surgir no rastro da desocupação soviética.
Ayman al-Zawahiri – um dos fundadores da Al-Qaeda, amigo pessoal de Bin Laden, e depois da morte  do último  líder da organização – nunca escondeu o seu ódio pelos Estados Unidos, muito pelo contrário, quando um dos seus amigos americanos perguntou como ele poderia falar tão mal do país que o estava ajudando no combate aos comunistas no Afeganistão, Zawahiri não se furtou em afirmar que “[...] estamos ajudando americana para combater os russos, mas eles são igualmente ruins”. [4] 
Até a criação do Daesh – conhecido no Ocidente como Estado Islâmico/ISIL/ISL – contou com ajuda americana. No rastro da Primavera Árabe, a CIA despejou toneladas de armas e treinou vários grupos rebeldes que iriam libertar a Síria do regime laico de Assad. Um doce para adivinhar onde tudo isso foi parar.
O mais incrível é que ninguém parece aprender algo com tudo isso. Obama acaba de anunciar que vai enviar 1000 soldados com a missão de treinar “rebeldes moderados” para combater o Daesh na Síria. As tropas encontrarão os seus alunos na Arábia Saudita, Qatar e Turquia. Os dois primeiros países são monarquias absolutistas que seguem uma versão extremada do islamismo sunita, isto é, a real diferença entre eles e o Daesh é que não saem por anexando territórios de outros países (ainda). Não é preciso ser muito esperto para saber onde isso vai dar.
O Ocidente já deveria há muito tempo ter deixado de se meter nos assuntos árabes. Além da grande quantidade de inocentes mortos nas ações capitaneadas por ocidentais, o que só gera mais ódio e ressentimento, não existe fomentador maior de grupos terroristas do que as próprias potências ocidentais.
Nos últimos vinte anos só existiu um momento em que um país árabe foi forçado a lidar ele mesmo com terroristas criados dentro de casa.  Em 1992, surgiu na Argélia um grupo que pretendia iniciar um califado começando pelo país do Zidane. Sob alcunha de Groupe Islamique Armé (GIA), realizavam a rotina de grupos terroristas, atentados, bombas, etc. O que o Ocidente fez? Nada. Os argelinos cuidaram dos seus próprios problemas e deram fim a um grupo que você provavelmente nunca soube da existência. Política externa, assim como em todos os outros casos, é uma área que precisa de menos estado, e não mais.
Notas
[1] WRIGHT, Lawrence. O Vulto das Torres. Companhia das Letras. Edição Kindle. Posição 1313-1318. 
[2] Ibid. Posição 872
[3] Ibid. Posição 2139.
[4] Ibid. Posição 980-984.

Sobre o autor

#estagiário e moleque insolente do Portal Libertarianismo


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

A batalha contra a EI

A resistência contra o progresso jihadista sangrenta no Oriente Médio têm nomes femininos. Nomes no plural. Cerca de 10.000 mulheres, muitas sem qualquer treinamento militar antes, deixaram suas casas, suas famílias, seus amigos, para estudar na linha de frente da frente curda. A batalha contra a EI-uma organização fundamentalista que atormenta a mulher é mais do que nunca sua batalha. O que está em jogo não é apenas a defesa dos seus direitos e liberdades, mas também a defesa dos direitos e liberdades de suas filhas. E as filhas de suas filhas.

Este exército feminino tem desempenhado um papel de liderança na recente expulsão da milícia de EI (Estado Islâmico do Iraque e da Síria) da cidade estratégica de Kobani, na fronteira turco-síria. Estima-se que nessa área, tornou-se um símbolo da resistência curda, as mulheres representam 40 por cento do YPG (Popular Unidades Protection).

Tropas comandando derrotou o EI em Kobani após quatro meses de combate -derrotar considerado pelos analistas como o mais importante desde o seu surgimento, em 2013- é um 40 anos Mayssa Abdo; Narin Afrin comandante ou como eles chamam no campo de batalha.

Aqueles que sabem dizer Abdo é uma "bela inteligente, educado e tranquilo," mulher que "se preocupa com a força mental de lutadores e se preocupa com os seus problemas."

Em outubro do ano passado, publicou um artigo que foi traduzido pelo New York Times, que descreveu a situação dos combatentes da resistência em Kobani. Nesse documento, o comandante curdo fez uma chamada para o mundo, especialmente as mulheres, para se juntar a sua causa.
"Lutamos para todos"

"Aqueles de nós na linha de frente do tratamento sabemos as mulheres do Estado islâmico. Esperamos que as mulheres de todo o mundo nos ajudar, porque estamos a lutar pelos direitos de todos. Nós não esperamos que você se junte a nossa luta (embora nós ficaria orgulhoso se você fez). Mas eles pediram promover o nosso caso, aumentar a consciência de nossa situação e pressionar seus governos para nos ajudar ", escreveu ele.

Embora os combatentes curdos têm defendido com sucesso a cidade de Kobani, a tal ponto que hoje jihadistas retiraram-se para aldeias próximas daquela cidade, Abdo disse que uma vez que as armas dos Peshmerga (curdo termo usado para se referir a seus combatentes armado, que literalmente significa "aqueles que enfrentam a morte") não são suficientes para fazer um dente para as tropas do Estado islâmico.

O Estado Islâmico, também conhecida como Isis (considerada a maior ameaça terrorista no mundo de hoje), é um grupo sunita-insurgente, que inicialmente estava ligado à Al Qaeda, mas em 2013 proclamou a sua independência e ele se tornou um dos principais grupos armados no Iraque e na Síria.

É caracterizada por sua interpretação ortodoxa do Islã, suas ações violentas contra os xiitas (grupo dissidente do Islã), e declarou a sua intenção de expandir pela Jordânia, Israel, Palestina, Líbano, Kuwait, Turquia e Chipre. Para o efeito, assassinando brutalmente infiéis que considera mandatos Islão ou aqueles que se opõem a suposta jihad (guerra santa).

Os curdos, por sua vez, é a maior do Oriente Médio que não é estabelecida em alguma forma de estado-nação étnica minoritária. Têm entre 55 e 60 milhões de pessoas, 45% dos quais vivem na Turquia, 25% no Irã, outros 25% no Iraque e de 5% na Síria.

Os curdos não têm um interesse religioso, mas historicamente buscar a independência eo estabelecimento de um Estado, o Curdistão, que abrange partes do Iraque, Turquia, Irã, Síria e Armênia, e ao perigo sangrento avançado de EI.

A atenção do mundo caiu sobre as ações do grupo terrorista liderado por Abu Bakr al Baghdadi, autoproclamado califa de todos os muçulmanos, depois que membros de sua milícia divulgados em agosto do ano passado que imagens degolados jornalista americano James Foley. Desde então, eles não pararam as execuções selvagens.
Para o inferno sem escalas

Eles acreditam que os jihadistas, os islâmicos fundamentalistas, se morto por uma mulher, vai queimar para sempre no fogo do inferno. Isso se transformou em dor gigante a crescer muito, vai viver rodeado de água fedorenta.
Devido a essa crença, a presença de mulheres nas fileiras curdos significa para eles um "haram", ou seja, "uma maldição" ou "visão inquietante e assustador".

"Quando eles vêem uma mulher com uma arma, eles sentem tanto medo que começam a tremer. Eles se apresentam como tipos duros para o mundo, mas quando vemos com nossas armas, escapar ", diz Diren, uma mulher que integra milícia curda feminino.

Após o impacto inicial, os jihadistas se comprometeram com maior selvageria contra eles. Em outubro do ano passado, uma mulher conhecida pelo pseudônimo de Rehana e tornou-se o símbolo da resistência do povo contra EI, foi capturado e decapitado por terroristas de Isis.

As imagens do horrível assassinato foram transmitidos em redes sociais por jihadistas, como uma lição para outros voluntariamente aderiram às tropas YPG mulheres.

A imagem de 'Rehana' é viralizó nas redes sociais e percorreu o mundo, depois de um jornalista seria capturar um lado fazendo o V de vitória hoje na cidade de Kobani recuperado. Legend disse que a luta tinha matado mais de cem jihadistas na batalha.

Isso aconteceu apenas algumas semanas antes de ter sido capturado e decapitado pelas forças da Isis.

A presença feminina nas fileiras curdos tem sido considerada pelo mundo como um evento histórico, mas que teve origem há muito tempo. Já no PKK, o Partido dos Trabalhadores do Curdistão, que mais tarde levou revoltas exigindo a formação de Estado curdo, as mulheres representavam 30 por cento.

Mulheres curdas que não têm medo de Isis são claros de que o seu papel na resistência é crítica.

"Este processo é um passo para a libertação das mulheres. No caso curdo, quando as mulheres se juntaram os guerrilheiros, os homens são os primeiros a ter validado este processo. Mostrar reconhecimento e respeito pelo papel que eles estão jogando seus parceiros, conscientes da sua importância para reafirmar a figura da mulher ", disse Alan Kanjo, um cineasta curdo-catalão que viajou várias vezes para a zona de conflito.

Tropas curdas do sexo feminino não são apenas resistindo. Eles estão recebendo vitórias. A expulsão de terroristas Kobani Isis é o principal. Nas fotos que vêm daquelas terras distantes, você pode apreciar as suas curvas delicadas sob o uniforme, ou alguma unha polonês entre dezenas de mãos empunhando armas. Disposto a dar tudo para suas filhas. E as filhas de suas filhas. E as filhas das filhas de suas filhas.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Jordânia avisa Estado Islâmico: 'Matem o nosso piloto e matamos todos os vossos prisioneiros'

http://www.politicanarede.com/2015/02/jordania-avisa-estado-islamico-matem-o.html

Jordânia avisa Estado Islâmico: 'Matem o nosso piloto e matamos todos os vossos prisioneiros'


Imagem: Reprodução
O governo da Jordânia respondeu à letra aos extremistas do Estado Islâmico, garantindo-lhes que se matarem o piloto que têm sob custódia, todos os prisioneiros jihadistas serão mortos em resposta.

O Estado Islâmico tem sob custódia um piloto jordaniano e ameaça executá-lo se a Jordânia não libertar o jihadista Sajida al-Rishawi. Contudo, o governo jordaniano não cede a ameaças e já avisou que irá retaliar caso tirem a vida a Muath al-Kaseasbeh.

«Matem o nosso piloto e nós iremos executar todos os vossos prisioneiros». Terá sido esta a mensagem que o governo jordaniano enviou ao Estado Islâmico segundo o correspondente internacional do jornal Al Rai que foi entrevistado pelo Daily Mail.

Leia também: 
Após perder batalhas, Estado Islâmico mata seus combatentes

«O governo avisou que se eles matarem o piloto serão implementadas sentenças de morte a Sajida al-Rishawi e a outros prisioneiros do ISIS o mais depressa possível», explicou o correspondente Elijah Magnier.

O piloto Muath al-Kaseasbeh foi capturado pelos jihadistas em dezembro depois do avião que pilotava se ter despenhado em Raqqa, na Síria.

Os extremistas ameaçam matar o refém se o governo da Jordânia não libertar Sajida al-Rishawi, um membro do Estado Islâmico. 





sábado, 31 de janeiro de 2015

Cai por terra a versão oficial do 11 de Setembro

Cai por terra a versão oficial do 11 de Setembro

Publicado em 11 de Setembro de 2013 16:28
Torres Gémeas
Investigadores dinamarqueses afirmam terem provas de que as torres gémeas foram derrubadas pelos serviços secretos israelitas com a colaboração do FBI

Já muito se falou do ataque alegadamente terrorista de 11 de Setembro às torres gémeas do World Trade Center, surgiram teorias, e especialistas levantaram muitas questões. Mas quando o investigador Cientista Larry Silverstein encontra explosivos em destroços do World Trade Center cai por terra a ideia de que o ataque foi terrorista.
Uma equipe de oito pesquisadores liderados pelo professor Niels Harrit da Universidade de Copenhaguem (Dinamarca), comprovaram a existência de explosivos altamente tecnológicos em amostra dos escombros das torres gémeas.
Essa pesquisa vem confirmar um trabalho semelhante previamente executado pelo professor Steven Jones nos Estados Unidos.
Com esta descoberta explica-se a queda livre dos prédios num processo de demolição implosiva controlada. Os aviões não poderiam derrubar as torres gémeas devido à temperatura do combustível não ser suficiente para derreter aço.
O impacto também não pode ter afectado a estrutura no nível afirmado pelo governo americano, uma vez que o prédio foi desenhado para suportar aviões daquele tamanho. O ferro derretido na base dos prédios ficou vivo por várias semanas.
E nos três meses seguintes, fotos infravermelhas de satélites mostraram bolsões de alto calor nas três torres.
Larry Silverstein comprou o leasing do WTC entre 2000 e 2001, dois meses antes do “ataque”, tendo contratado um seguro para os prédios no valor de dois bilhões de dólares contra ataque terrorista.
Na opinião dos investigadores da Universidade de Copenhague, o ataque às torres gémeas serviu para “criar ódio contra os árabes e fomentar as guerras americanas na saga pelo petróleo e a hegemonia Israelita no Médio Oriente”.
Ainda segundo os mesmos investigadores, “existem evidências de que agentes da Mossad (serviços secretos israelitas), foram capturados no mesmo dia na posse de explosivos. Todos foram libertados pelo FBI”.
Veja o vídeo.

Militares dissidentes de Israel enfrentam lei e se recusam a ocupar Palestina

Militares dissidentes de Israel enfrentam lei e se recusam a ocupar Palestina
Ana Garralda | El Diario | Jerusalém
Em movimento surgido há mais de 30 anos, oficiais do Exército israelense que se opõem à ocupação nos territórios palestinos desafiam lei que prevê até três anos de prisão a objetores de consciência
Aos 38 anos, Avner Wishnitzer é um “refusenik”, palavra de origem russa adaptada ao hebraico que designa objetores de consciência em Israel. Cofundador e membro ativo do movimento Combatentes pela Paz, Wishnitzer fez o serviço militar obrigatório (que dura três anos para os homens e dois anos para as mulheres) e foi incorporado a uma das unidades de elite das Forças Armadas israelenses, na qual passou depois para reservista. Porém alguma coisa mudou para ele em 2004, durante a fase mais sangrenta da segunda Intifada palestina.
Foi quando decidiu assinar junto com um grupo de companheiros uma carta pública dirigida ao então primeiro-ministro, Ariel Sharon, na qual eles se negaram a continuar servindo nos territórios ocupados. “Não sou contra entrar no Exército, creio que seja uma instituição necessária, mas me oponho a continuar ocupando um território que não nos pertence”, pontua Wishnitzer no bairro Beit Hakerem de Jerusalém.
O Estado de Israel não reconhece o direito de objeção de consciência por motivos políticos – quem o faz costuma acabar preso – e apenas exime do serviço militar a população de origem árabe que consiga comprovar problemas de saúde. Até o começo deste ano, também estavam isentos os estudantes ortodoxos em uma yeshivá (escola religiosa), porém uma lei aprovada no início de 2014 acabou com essa prerrogativa.
“Eu me identifico totalmente com os 43 oficiais e soldados que enviaram outra carta ao primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, recusando-se a espionar os palestinos”, acrescenta em relação à carta pública enviada em setembro por um grupo de membros da Unidade 8.200, pertencente à Inteligência Militar do país e dedicada a realizar escutas para coletar informações sobre habitantes de Cisjordânia, Gaza, Irã e outros países do Oriente Médio.
“A ocupação já tem quase meio século de existência. Fico contente de que haja pessoas que continuem se opondo a um sistema que é antidemocrático e imoral”, continua Avner, referindo-se aos depoimentos distribuídos na imprensa por alguns signatários da carta. “Se alguém nos interessava, compilávamos dados sobre sua situação econômica ou seu estado mental. Então planejávamos que operação poderíamos realizar para convertê-lo em um colaboracionista”, escreve um deles. “Qualquer informação que pudesse permitir a extorsão de um indivíduo era considerada relevante, seja porque ele tinha certa orientação sexual, era infiel à esposa ou precisava de tratamento médico em Israel ou na Cisjordânia. Então isso era objeto de chantagem”, escreve outro soldado.
Segundo Wishnitzer, hoje especialista em história do Oriente Médio, “eles nos fazem acreditar que não temos outra escolha a não ser lutar ou fazer o que quer que seja para nos defendermos, de forma que quando acabamos uma guerra – no caso, a recente invasão de Gaza – eles já estão nos preparando para a próxima”, alfineta.
Nas últimas semanas, os meios de comunicação israelenses seguem especulando sobre a possibilidade de uma organização jihadista perpetuar algum ataque desde as Colinas de Golã, na fronteira com a Síria, ou sobre este ser um bom momento para as Forças Armadas israelenses lançarem um ataque contra o grupo libanês Hezbollah. De acordo com Wishnitzer, a esquerda israelense atravessa uma grande crise em uma sociedade cada vez mais conservadora e se revela incapaz de dar respostas aos objetivos morais e políticos do país. “Esta crise da esquerda, porém, não começou com a segunda Intifada; é muito anterior a ela”, acrescenta.
A carta da Unidade 8.200 representou um novo impulso para antigos ativistas do movimento de objeção de consciência em Israel. “Trata-se de uma nova geração, e há mais de uma década nós apoiamos aqueles que se recusam a participar da ocupação”, explica Chen Alon, um dos fundadores da Ometz Lesarev (“coragem para recusar”, em hebraico), uma iniciativa surgida em 2002 durante a segunda Intifada e promovida por soldados e oficiais do Exército. Sua insubordinação lhe custou um mês de cadeia, pouco tempo em comparação ao ano e meio ou dois anos que passaram atrás das grades os cerca de 200 dos 650 “refuseniks” que se recusaram a fazer parte das atividades militares um ano depois, em 2003, segundo relata o ativista.
Entre os objetores de consciência em Israel, existem dois grupos bem definidos. Por um lado, quem se recusa a se alistar no Exército por questões de consciência, os chamados shministim, nome em hebraico para os que cursam o último ano do Ensino Médio, convocados para se alistar com apenas 16 anos. Estes podem cumprir várias penas que podem chegar aos três anos que, por lei, dura o serviço militar para os homens. Por outro lado, há os que já se alistaram e que decidem descumprir ordens de oficiais superiores, alegando motivos como pacifismo, antimilitarismo, questões religiosas ou recusa a qualquer atividade relacionada à ocupação israelense nos territórios palestinos. A este último grupo pertencem Chen Alon e Avner Wishnitzer.
Alguns são vistos como traidores por grande parte da sociedade israelense e por quase todo o establishment político e militar. “A carta contribuiu para a campanha de deslegitimação e mentiras contra as Forças Armadas e o Estado de Israel”, comentou o ministro da Defesa, Moshe Yaalón, em relação à carta da unidade 8.200. O ministro de Assuntos Estratégicos, Yuval Steinitz, foi mais longe. “Quem organizou e promoveu a carta e esta atitude imoral deve ir para a cadeia. Se todos agíssemos assim, o Estado de Israel já teria entrado em colapso”, afirmou há alguns dias.
Chen Alon comenta as inevitáveis consequências enfrentadas pelos signatários da última objeção de consciência. “Foram expulsos da unidade, mas não do Exército. Eles têm informação confidencial muito valiosa, e isso os protege”, acrescenta o ativista. Alon menciona que muitos dos diretores das empresas israelenses mais importantes de tecnologia avançada passaram pela 8.200.
“Quem fez parte dela costuma chamar os antigos companheiros para novos postos de trabalho. Agora é certo que eles serão repudiados”, explica este professor universitário, profissão liberal à qual muitos dos “refuseniks” israelenses acabam se dedicando. Em alguns casos, eles encontram dificuldades para conseguir trabalho em outros setores, entre eles o funcionalismo público.
“Sempre soubemos que pagaríamos um preço por nossa ação, mas sempre pensamos que valia a pena”, comenta Avner Wishnitzer, acrescentando que sua recusa, como a dos membros da unidade 8.200, concentra-se nas atividades dedicadas a manter o controle sobre a Cisjordânia e Gaza, e não contra outras ameaças regionais.
Sobre este aspecto, Ishai Menuchin, do Yesh Gvul (“há um limite”, em hebraico), organização de objetores de consciência mais antiga do país, assinala que há importantes diferenças entre o que acontecia há 20 ou 30 anos e o que acontece nos dias de hoje.
“Quando começamos em 1982, aconteceu o massacre de Sabra e Chatila no Líbano. Fomos 3.500 soldados e nos negamos a participar da guerra [180 foram presos, entre eles Menachem] e centenas de milhares de pessoas se deitaram na rua pedindo paz”, comenta Menuchin.
Durante a primeira Intifada, “a cifra foi reduzida a 2.500, e 150 acabaram presos”, acrescenta. “Hoje é mais difícil”, afirma o ativista que, depois de se recusar a participar na guerra do Líbano, continuou por duas décadas servindo no Exército. “Antes você podia fazer outras coisas se continuasse no Exército. Hoje, se você se recusa a participar da ocupação, é mais complicado, porque há muitos mais recursos e efetivos que se dedicam a ela”, aponta.
“A sociedade israelense de antes não é a de agora. Não parece importar-se com a imagem deteriorada do país, como vimos durante a última ofensiva em Gaza”, pontua Menuchin. “Estamos próximos de um Estado de apartheid. Na África do Sul, em certo momento, as pessoas pensaram que não havia esperança até que um dia houve uma mudança”, comenta o ativista. “Em Israel acontecerá a mesma coisa, mas será quando a sociedade quiser, ainda que isso pareça muito longe de acontecer”, finaliza Alon.
Tradução: Mari-Jô Zilveti
Matéria original publicada no El Diario, site de notícias espanhol que cobre política, economia e sociedade.
http://operamundi.uol.com.br/…/militares+dissidentes+de+isr…
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