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O presidente iraniano Hassan Rohani (Mohammad Berno/Iranian Presidency Website/AFP)
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Rohani reconheceu que o orçamento para o ano fiscal que se inicia em março 2015 estará “sob pressão”, dada a queda dos preços do petróleo no último semestre, que passaram de cerca de 100 dólares o barril para cerca de 70.
“No curto prazo, teremos uma redução na renda”, disse ao Parlamento. “Nossa economia deve ser orientada para as exportações não petrolíferas. A queda nos preços do petróleo é uma nova oportunidade para acelerar essa tendência.”
O Irã, membro da Opep, tem a quarta maior reserva provada de petróleo do mundo.
Por causa do embargo do petróleo estabelecido em 2012 pelos Estados Unidos e pela União Europeia, em resposta às ambições nucleares de Teerã, as exportações de petróleo do Irã caíram de 2,2 milhões de barris por dia (mbd) em 2011 para 1,3 mbd hoje.
Nos últimos meses, os preços caíram 30%, a seu menor nível em cinco anos, por uma combinação de oferta abundante, fraca demanda e dólar forte.
Rohani explicou que o orçamento para o próximo ano prevê receitas de petróleo de 24 bilhões, o que representa menos da metade da renda do país.
Especificamente, o petróleo será responsável por 47% da receita total, comparado aos 53% atuais. Os gastos globais devem aumentar em 8,5%.
A agência de notícias IRNA indicou que a previsão do preço do petróleo para o orçamento foi fixada em US$ 72 por barril, bem abaixo dos US$ 100 do orçamento do ano corrente.
Por outro lado, segundo Rohani, o percentual das receitas das exportações de petróleo ingressado no fundo soberano iraniano vai cair de 31% este ano para 20% no próximo ano.
(Com agência AFP)
Correio da Manhã 6º C Lisboa cmtv Exclusivos Cm ao Minuto Nacional Mundo Insólitos Desporto Tv Media Cultura Tecnologia Domingo Opinião Multimédia Mais CM Vidas Foto Ahmed Jadallah/Reuters As forças curdas e combatentes de tribos árabes "libertaram as aldeias depois de três dias de violentos confrontos"Forças curdas expulsam 'jihadistas' de 14 aldeias do Iraque Aviões da coligação internacional apoiaram as forças curdas nos combates. As forças curdas iraquianas expulsaram os 'jihadistas' do grupo Estado Islâmico de 14 aldeias a cerca de 85 quilómetros a sul de Mossul, na província de Ninive, no Iraque, anunciou um responsável local. Segundo Ibrahim Sheikh Alah, da localidade de Makhmur, as forças curdas e combatentes de tribos árabes "libertaram as aldeias depois de três dias de violentos confrontos" em que morreram pelo menos 30 'jihadistas'. O responsável indicou, também, que aviões da coligação internacional apoiaram as forças curdas nos combates. Makhmur, situada 80 quilómetros a sudeste de Mossul e a menos de 50 quilómetros de Erbil, era controlada pelo grupo extremista desde 7 de agosto. O Estado Islâmico lançou em junho uma ofensiva no norte do Iraque, tendo tomado Mossul, segunda maior cidade do país. TAGS grupo Estado Islâmico Mossul Iraque Mundo Identificados restos mortais de um dos 43 estudantes desaparecidos Vulcão do Fogo destrói habitações e polidesportivo Vestidos da princesa Diana valem 400 mil euros Mulher de refém sul-africano está "devastada" FMI discute reformas económicas na Ucrânia Robert Mugabe reconduzido na liderança do partido Redação, Administração e Publicidade Rua Luciana Stegagno Picchio, Nº 3. 1549-023 Lisboa PORTUGAL Faça o download gratuito da aplicação do CM CORREIO DA MANHÃ Um título do grupo NACIONAL DESPORTO CULTURA TV MEDIA TECNOLOGIA MUNDO DOMINGO OPINIÃO Copyright © 2014. Todos os direitos reservados. É expressamente proíbida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Presslivre, S.A., uma empresa Cofina Media - Grupo Cofina. Consulte as condições legais de utilização. LOGIN FACEBOOK TWITTER RSS NEWSLETTER MAPA DO SITE CONTACTOS MOBILE
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